O Itaú Unibanco liderou o ranking iarank de bancos no Brasil no segundo trimestre de 2026 com uma taxa de menção de 81,75%, resultado obtido em 327 das 400 amostras do corte. O Bradesco ficou em segundo, com 78,00%, uma distância de 3,75 pontos em relação ao líder; o Banco do Brasil fechou o pódio com 69,75%, outros 8,25 pontos abaixo. Os quatro motores generativos amostrados — ChatGPT, Claude, Perplexity e Gemini — convergiram na liderança, posicionando o Itaú Unibanco como a marca mais recorrente do setor sem divergência relevante entre engines. As três primeiras marcas reuniram, em conjunto, 74,83% das menções úteis do corte, proporção que reflete a concentração estrutural do sistema bancário brasileiro. A taxa de citação do corte inteiro foi de zero por cento, indicando que nenhum dos motores acompanhou as menções de marcas com URLs nesta rodada de amostragem.
Este é o primeiro leaderboard iarank de bancos publicado para o Brasil, de modo que não há delta_from_previous_quarter disponível para nenhuma das dezesseis marcas classificadas. As posições, taxas de menção e pontuações de sentimento descrevem o estado do corte neste trimestre; qualquer leitura de trajetória aguarda a publicação do terceiro trimestre de 2026 para ter base de comparação.
Isso posto, a distribuição do ranking já oferece uma leitura de estrutura. O Banco Santander (Brasil) ocupou o quarto lugar com 67,00% de taxa de menção e posição média de 4,96 nas respostas dos motores — a mais recuada entre os quatro primeiros, o que sugere que, quando os motores listam múltiplos bancos, o Santander Brasil tende a aparecer depois dos três líderes. O Nubank encerrou o trimestre em quinto, com 60,25%, resultado expressivo para uma instituição que opera sob a fronteira do charter bancário com o perímetro fintech; o grupo mantém uma entidade regulada pelo Banco Central do Brasil e tem sido incluído nas comparações de resultado dos grandes bancos, o que provavelmente explica parte da frequência com que os motores o nomeiam neste corte. A Caixa Econômica Federal ficou em sexto (57,75%) e o Banco Inter S.A. em sétimo (56,00%), com posições médias próximas — 4,25 e 4,32, respectivamente — indicando que os dois aparecem em posições semelhantes quando incluídos nas respostas.
O C6 Bank, com 39,75%, registrou a taxa de menção mais alta do segundo bloco do ranking, 16,25 pontos abaixo do sétimo colocado. O Banco BTG Pactual S.A. ficou em nono (33,00%), com a posição média mais recuada do grupo de cabeça (6,02) e sentimento de 0,47 — o terceiro mais alto do corte, atrás apenas do Banco do Brasil (0,50) e do Banco BMG (0,89, embora este último baseado em apenas nove aparições). O Banco Pan fechou o décimo lugar com 30,00%.
A metade inferior do ranking apresenta taxas de menção sensivelmente menores. O Banco Safra S.A. registrou 16,75% em décimo primeiro, com posição média de 7,15. O Banrisul, banco controlado pelo governo do Rio Grande do Sul e listado (BRSR6), apareceu em apenas 23 das 400 amostras, correspondendo a 5,75% de taxa de menção — o menor nível entre as marcas com presença consistente no corte. O Banco BV (3,50%), o Banco Original (3,25%), o Banco BMG (2,25%) e o Banco Daycoval (2,00%) encerraram o ranking nas posições de 13 a 16; todos com menos de 15 aparições, o que torna as respectivas pontuações de sentimento de alta variância. O sentimento do Banco BMG, de 0,89, merece a ressalva de que se baseia em apenas nove prompts — um volume insuficiente para conclusões sobre o posicionamento qualitativo dessa marca nos motores.
O sentimento médio do corte foi positivo em toda a extensão do ranking, variando de 0,07 (Banco BV) a 0,50 (Banco do Brasil). Entre as marcas com cobertura suficiente para leitura mais robusta — taxa de menção acima de 20% — o Banco do Brasil registrou o sentimento mais favorável (0,50), seguido de Bradesco (0,41) e Santander Brasil (0,43). O Itaú Unibanco, apesar de liderar com folga em taxa de menção, obteve um dos sentimentos mais baixos do grupo de cabeça (0,35), par com o do Nubank (0,34). Essa distância não implica framing negativo — ambos ficaram claramente no campo positivo da escala — mas indica que os motores descrevem essas duas marcas com linguagem ligeiramente menos favorável do que a usada para Bradesco, Banco do Brasil e Santander Brasil.
A ausência de citações URL em todo o corte merece registro. Nenhum dos quatro motores acompanhou menções de marcas bancárias com links de fonte nesta rodada; a taxa de citação de zero por cento é uniforme. O dado limita a capacidade de rastrear quais fontes editoriais ou institucionais subsidiam as respostas dos motores — uma dimensão que a metodologia monitorará nas próximas rodadas.
O ranking iarank de bancos do Brasil no segundo trimestre de 2026 resulta de uma rodada de amostragem com aproximadamente 20 prompts em português brasileiro, aplicados a quatro motores generativos (ChatGPT, Claude, Perplexity e Gemini) com cinco repetições cada, totalizando 400 amostras. A taxa de menção expressa a proporção de prompts em que cada marca foi nomeada; a taxa de citação mede a proporção de menções acompanhadas de URL; a posição média indica a ordem de aparição quando múltiplas marcas foram listadas; o sentimento médio segue escala de −1 a +1. A metodologia completa está disponível em iarank.com/metodologia.
No terceiro trimestre de 2026, o corte terá pela primeira vez dados de movimento trimestral para todos os dezesseis classificados. As questões centrais a observar: se o Nubank consolida ou recua a posição no ranking de bancos à medida que os motores ajustam o peso relativo da sua cobertura entre o perímetro bancário e o fintech; se o Banco do Brasil sustenta o sentimento mais alto do corte ou se a oscilação reflete a variância de uma primeira amostragem; e se alguma das marcas do segundo bloco — C6 Bank, BTG Pactual, Banco Pan — reduz a distância para o sétimo colocado ou se a lacuna de 16 pontos de taxa de menção se mantém estável.